Minha aldeia é todo o mundo. Bate o sol na minha aldeia Os homens da minha aldeia Os homens da minha aldeia António Gedeão
Todo o mundo me pertence.
Aqui me encontro e confundo
com gente de todo o mundo
que a todo o mundo pertence.
com várias inclinações.
Ângulo novo, nova ideia;
outros graus, outras razões.
Que os homens da minha aldeia
são centenas de milhões.
divergem por natureza.
O mesmo sonho os separa,
a mesma fria certeza
os afasta e desampara,
rumorejante seara
onde se odeia em beleza.
formigam raivosamente
com os pés colados ao chão.
Nessa prisão permanente
cada qual é seu irmão.
Valência de fora e dentro
ligam tudo ao mesmo centro
numa inquebrável cadeia.
Longas raízes que imergem,
todos os homens convergem
no centro da minha aldeia.
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Na Preparação para o Dia Nacional da Cultura Científica…24 de Novembro
Publicada por
Alberto
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23:21
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Etiquetas: Poesia
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Ensinar
É lento ensinar por teorias, mas breve e eficaz fazê-lo pelo exemplo.
(Séneca)
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aida
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22:29
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Etiquetas: Pensamentos
segunda-feira, 17 de março de 2008
Paulo Coelho
Comecei pelo livro O Zaír. Segundo ele, "Zaír é algo que, uma vez tocado ou visto, nunca é esquecido - e vai ocupando o nosso pensamento até nos levar à loucura."
Já li umas páginas e... bem, não estou desiludida. Quando acabar digo-vos qualquer coisa a propósito. Se alguém já tiver feito a leitura, paciência.
Podemos comparar comentários, sim?!
Então vá :)
Publicada por
aida
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22:03
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Etiquetas: Sugestões de leitura
sábado, 1 de março de 2008
A Última Dona
"A Última Dona é a visita à interioridade de um homem tranquilo, que tendo sido tocado pelo rumor da paixão, experimenta em segredo uma aventura única onde a dramaticidade dos gestos se cruza com a perplexidade dos limites."
Lídia Jorge
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Ana Paula Feliciano Graça
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19:45
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Etiquetas: Sugestões de leitura
Pensamento
Não me despertes se durmo e, se estou acordado, não me adormeças.
Caldéron de la Barca
Publicada por
Ana Paula Feliciano Graça
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19:37
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Etiquetas: Pensamentos
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
ESQUECIMENTO
Esse de quem eu era e era meu,
Que foi um sonho e foi realidade,
Que me vestiu a alma de saudade,
Para sempre de mim desapareceu.
Tudo em redor então escureceu,
E foi longínqua toda a claridade!
Ceguei... tateio sombras... que ansiedade!
Apalpo cinzas porque tudo ardeu!
Descem em mim poentes de Novembro...
A sombra dos meus olhos, a escurecer...
Veste de roxo e negro os crisântemos...
E desse que era eu meu já me não lembro...
Ah! a doce agonia de esquecer
A lembrar doidamente o que esquecemos...!
Forbela Espanca
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aida
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13:30
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
E por vezes... Poema de David Mourão Ferreira
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Célia Neto
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22:12
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